1 de dez de 2013

Serenidade

O meu coração
quando em paz
clama à companhia do luar
a serenidade do que há de melhor.

O meu peito se faz de amor
amor à vida
a Minh ‘alma navega 
na formosura do meus passos ao léu.

Como em um tango
sapateando em cima da chamada tristeza
exigindo
a mais pura felicidade
o brilho no olhos d'outros
exceto
uma meia-dúzia.